Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007

Tempo de Poesia

Todo o tempo é de poesia

Desde a névoa da manhã

à névoa do outo dia.

 Desde a quentura do ventre

à frigidez da agonia

 Todo o tempo é de poesia

 Entre bombas que deflagram.

Corolas que se desdobram.

Corpos que em sangue soçobram.

Vidas qua amar se consagram.

 Sob a cúpula sombria

das mãos que pedem vingança.

Sob o arco da aliança

da celeste alegoria.

 Todo o tempo é de poesia.

 Desde a arrumação ao caos

à confusão da harmonia.

António Gedeão


publicado por quimicadapoesia às 10:00
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